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Servidores definem ações de luta para agosto e setembro em reunião nacional

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), reunido entre os dias 4 e 6 de agosto, definiu um calendário de ações de mobilizações e lutas para o segundo semestre de 2017. Confira!

A reunião ampliada Fonasefe teve início na noite de sexta (4), com a mesa de análise de conjuntura. No sábado, ocorreram mesas de debates sobre os ataques aos direitos sociais e trabalhistas; em seguida, grupos de trabalho (GT) para aprofundar as temáticas e levantar propostas de ações.

No domingo (6), os servidores definiram consensualmente construir um Dia Nacional de Paralisação e Greve, por 24 horas, no mês de setembro, em conjunto com demais categorias de trabalhadores; e um Dia Nacional de Luta, em Brasília (DF), caso o governo federal leve adiante a votação da contrarreforma da Previdência.

Também foi deliberada a organização, nos dias 11 e 16 de agosto, do Dia Nacional em Defesa da Educação Pública e um Dia Nacional de Luta contra a Terceirização e extinção de zonas eleitorais; em Defesa da Saúde e da Previdência Pública e contra o desmonte do Serviço Público, respectivamente.

Com objetivo de intensificar a organização do enfrentamento, os servidores aprovaram fortalecer os seus fóruns nos estados, convocar assembleias por categorias e reuniões ampliadas unificadas das três esferas do funcionalismo. Além disso, foi decidido construir dias de lutas nos estados pelas revogações da Emenda Constitucional 95 (ex-PEC 55), das leis Trabalhista (Lei 13.467/2017) e da Terceirização (Lei 13.429/2017), para barrar a contrarreforma da Previdência e o Programa de Desligamento Voluntário (PDV) e, ainda, pelo arquivamento do Projeto de Lei (PL) 248/98 e do Projeto de Lei do Senado (PLS) 116/17 (ambos os projetos põe fim a estabilidade do servidor público).

O Fonasefe aprovou moções de apoio às diversas lutas sociais e em repúdio aos ataques que vem sendo proferidos aos trabalhadores. Entre elas, a moção de apoio à comunidade acadêmica da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e em repúdio ao deputado federal Sérgio Souza (PMDB-PR), autor da proposta de extinção da universidade.

 

 

Com informações do Andes-SN

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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