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Dúvidas e insegurança assolam servidores do extinto Ministério do Trabalho. É necessário união para enfrentar as mudanças

Servidores do extinto Ministério do Trabalho participaram da Assembleia Estadual do setor, na tarde desta quarta-feira (06/02). A pauta principal girou em torno das dúvidas que angustiam a categoria.
Haverá fechamento de unidades? Como fica o atendimento à população e pra onde irão os servidores das unidades em caso de fechamento?
Após a publicação da MP, que confirmou o fim do Ministério do Trabalho, o governo levou um mês para publicar um apostilamento que não conseguiu dissipar essas dúvidas. Ao contrário! Os servidores seguem sem saber quais mudanças irão enfrentar diante da nova estrutura do órgão.
O extinto Ministério do Trabalho foi reduzido a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, e os servidores administrativos estão na estrutura da Secretaria Especial do Trabalho, que fica logo abaixo na nova estrutura. Todas sob a responsabilidade do "super" Ministério da Economia, que ficou com cerca de 90% das atribuições do ex-MT.
As mudanças estão sendo construidas de forma unilateral com os secretários nomeados pelo governo e sem incluir os servidores que sempre tocaram o ministério, mesmo diante de tantas adversidades enfretadas no órgão.
Antes da assembleia, membros da comissão que representa a categoria se reuniram com o Superintendente Regional Marcos Melchior para buscar informações. No entanto, na reunião poucas dúvidas foram sanadas, já que as informações não vêm sendo repassadas a todos os superintendentes. Contudo, o que se espera é que até o dia 13 de fevereiro, haja a publicação do decreto com a nova estrutura, e na sequência, a portaria de atribuições.
Melchior esteve na assembleia dos servidores e se comprometeu em manter um canal de diálogo com o Sindsef-SP, com o objetivo de compartilhar as informações e oferecer aos servidores a possibilidade de opinar sobre as possíveis mudanças que afetarão as suas vidas.
O Sindsef-SP defende a permanência de todas as unidades de atendimento, visando a qualidade dos serviços prestados à população; e, também, para preservar os servidores que terão suas vidas impactadas pelas possíveis mudanças.