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Moção de Apoio a Greve dos Servidores Municipais de São Paulo contra Sampaprev

O Sindsef-SP manifesta seu apoio e solidariedade aos trabalhadores de diversas categorias, que seguem paralisados e exigem a revogação do Sampaprev, a Reforma da Previdência do Município. São professores, profissionais da saúde, assistentes sociais, engenheiros, dentre outras categorias, paralisados desde o dia 4 de fevereiro.

Aprovado pelo governo Covas (PSDB) na calada da noite, em pleno recesso dos servidores, o Sampaprev traz, entre outros ataques, o aumento da contribuição dos servidores de 11% para 14%, confiscando parte de um salário já defasado por anos. O projeto impõe ainda, para os servidores que ingressarem depois da lei, um teto salarial para se aposentar, e cria um novo fundo de previdência que transfere a contribuição dos novos servidores para a capitalização financeira.

A ‘reforma’ da previdência de São Paulo, também conhecida como Sampaprev (criada para administrar um fundo de capitalização para quem ganha acima de R$ 5,6 mil por mês, ou seja, uma forma de privatização da previdência) foi retirada de pauta em 27 de março, após a vitoriosa greve dos servidores municipais, que durou 19 dias. Voltou ao debate na Câmara Municipal às vésperas do recesso parlamentar e foi aprovada enquanto cerca de 15 mil professores eram duramente reprimidos.

Covas e Bolsonaro inimigos dos trabalhadores!

A diretoria do Sindsef-SP apoia o movimento grevista, que tem reunido milhares de pessoas em atos unificados, além das manifestações descentralizadas, que têm acontecido nas regiões da cidade, organizadas pelo comando de greve.

Entendemos que, para que o movimento saia vitorioso dessa greve, é muito importante que ele se some ao calendário nacional de mobilização, junto com as demais categorias. É preciso ir além da revogação do Sampaprev, devemos derrotar também a reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Esses governos estão unidos para atacar os direitos dos trabalhadores e tem como política a privatização do serviço público. Devemos construir uma nova greve geral para derrotar esses ataques. A unidade da categoria com os demais setores dos trabalhadores é fundamental para a vitória desse processo.

Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de São Paulo