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06/08 | CSP-Conlutas, entidades e movimentos filiados, foram às ruas em defesa da Previdência

Na última terça-feira, 6/08, dia em que a Reforma da Previdência – PEC 06/2019 - voltou à pauta da Câmara dos Deputados para a votação em 2° turno, a CSP-Conlutas, entidades e movimentos filiados realizaram, em várias regiões do país, um Dia Nacional de Mobilizações para denunciar o brutal ataques que esta mudanças significam para os trabalhadores. Porém, no mesmo dia o texto foi aprovado e agora segue para o Senado. 

Desde cedo ocorreram diversas ações, como assembleias, atos em portas de fábricas, atividades no setor da educação, protestos em aeroportos contra os parlamentares que votaram a favor da reforma no primeiro turno, panfletagens em locais públicos e manifestações de rua.

O Sindsef-SP realizou a reunião do Conselho Deliberativo, com os delegados de base e membros da diretoria, para debater a atual conjuntura, compartilhar informes dos locais de trabalho e pensar estratégias de luta em defesa dos interesses da categoria.

Na ocasião o advogado do sindicato também falou sobre os efeitos da Reforma da Previdência para os servidores. Encerrado o conselho Deliberativo, os participantes se somaram ao Ato no MASP, na Avenida Paulista. 

O protesto na capital paulista, reuniu representantes de diferentes setores dando visibilidade as perdas de direitos que irão afetar os trabalhadores. Como é o caso do direito ao PIS, que atualmente contempla o trabalhador que recebe até dois salários mínimos e com a Reforma somente quem recebe até R$ 1.364,43, continuará recebendo.

Outro ponto importante de lembrar é que as novas regras aumentam o tempo para conquistar a aposentadoria, mesmo para aqueles que já estão perto de aposentar. Por isso fica o alerta: se informe e busque saber quais as consequências dessa proposta na sua vida.

As mobilizações se repetiram em capitais como Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), São Luis (MA) e Belém (PA). 

“A CSP-Conlutas não desistiu da luta contra a Reforma da Previdência e chamamos os trabalhadores de todas categorias para reagirem contra esses ataques aos nossos direitos”, defendeu o dirigente da Central, Luiz Carlos Prates, o Mancha.

Os manifestantes também protestavam contra o corte de verbas na educação e em defesa das liberdades democráticas, constantemente atacadas por Bolsonaro.   

A CSP-Conlutas se incorporou à data de luta da educação, programada para o dia 13 de agosto, e faz um chamado para que uma nova Greve Geral seja realizada nesse Dia Nacional de Paralisação da Educação.

Com informações da CSP-Conlutas