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14 de junho | Greve Geral para derrotar a Reforma da Previdência de Bolsonaro

De norte a sul do Brasil, mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas em 15/05, dia da Greve Nacional da Educação, contra os ataques do governo. Levantamentos de órgãos de imprensa dão conta que ocorreram protestos e paralisações em ao menos 188 cidades dos 26 estados e no Distrito Federal.

O ministro Abraham Weintraub, anunciou um corte de 30% das verbas das universidades, com a desculpa de que o objetivo seria investir na Educação Básica. Na verdade, falta verba tanto pra um quanto pro outro, porque o governo usa a maior parte de seu orçamento para pagar a dívida pública aos banqueiros. 

Ao longo do dia, os protestos cresceram em resposta à provocação do presidente da República que, de Dallas, comentou a paralisação: "A maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe. São uns idiotas úteis que estão sendo usados de massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais". 

Redução de Normas de Segurança e Saúde no Trabalho aumentará acidentes e adoecimentos.

A Constituição garante que os brasileiros tenham acesso a educação, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, assistência aos desamparados, proteção à maternidade e à infância. Mas o aumento do número de pessoas vivendo nas ruas é visível, o desemprego é crescente, o governo federal cortou 30% das verbas da educação, quer economizar 1 trilhão de reais acabando com as aposentadorias da maior parte dos trabalhadores e com os serviços públicos de saúde! Agora querem facilitar a vida das empresas acabando com as leis que protegem os trabalhadores. Isso quer dizer que teremos mais mortes, mais amputações e outras lesões graves, mais dores e depressões. E sem investimento na saúde e com o fim da previdência pública, o que farão estas pessoas abandonadas a um trabalho que mata e adoece?<--break- />

13 de Maio: nada a comemorar, muito a exigir e lutar. Reparação histórica ao povo negro brasileiro, já!

Depois da exploração por 350 anos do trabalho escravo no Brasil, um dos últimos países a abolir a escravidão no mundo, o 13 de Maio ficou conhecido como o dia que libertou negros e negras da escravidão. A data foi oficializada pela assinatura da Lei Áurea em 1888, pela herdeira do trono, princesa Izabel, entrando para história do Brasil como redentora e heroína da libertação do povo negro. Esta é a versão pura e simples que os livros didáticos querem impor nestes 131 anos em escolas brasileiras.

Assembleia Estadual dos Servidores Aposentados e Pensionistas aprovou apoio total a Greve Geral

A atividade começou com a apresentação de dois videos explicando o que está por trás do projeto da Reforma da Previdência de Bolsonaro - PEC 06/2019. Os videos buscam descontruir as argumentações que o presidente e sua equipe econômica usam para dizer que a única saída é a aprovação dessa reforma.