Get Adobe Flash player

Pelo respeito ao direito de lutar!

A carta assinada pelo presidente da Funarte, Antonio Grassi, publicada no site do MinC, retrata um método burocrático que busca restringir as liberdades de expressão e de manifestação. Tenta estabelecer um sentimento na sociedade de que é possível aceitar uma visão única de pensamento, e todo aquele que se contrapõe criticamente a este processo é considerado como agitador, criminoso, contrário às liberdades democráticas. Procura comparar um movimento reivindicatório legítimo com "momentos terríveis de nosso passado não muito distante", se referindo aos anos da ditadura no nosso paísEsquecendo inclusive que muitos artistas foram, nessa época, torturados porque reivindicaram o direito de lutar e de se expressarem livremente.

A “festa” da Copa do Mundo

 

BlatterEnquanto a maioria de nós fica preocupada com os penais perdidos pelos nossos “craques”, com a escalação do Mano Menezes, se vamos de Elano ou Ramires, Pato ou Fred, a verdadeira “festa do futebol” continua a todo vapor. A Copa do Mundo (assim como as Olímpiadas) se resume a um grande NEGÓCIO...Que se nutre pela via da corrupção descarada...É muito dinheiro público sendo transferido para importantes setores da iniciativa privada (construtoras amigas, redes de comunicação amigas, redes hoteleiras e de turismo, agências de marketing, indústria de bebida...) que por sua vez retribuirá aos políticos amigos como “contribuições de campanha”...

Servidores das universidades federais decidem manter greve

O lideres governistas tentaram aprovar o fim da greve dos servidores administrativos das universidades federais. Durante uma reunião do Comando de Greve, por uma pequena diferença de cinco votos, aprovaram o indicativo de encerramento da paralisação. Porém, a decisão foi remetida às bases e a proposta rejeitada na maioria das assembleias realizada nas universidades de todo o país.

Jornada Nacional de Lutas: em defesa das reivindicações da classe trabalhadora



A preparação da Jornada Nacional de Lutas, que acontecerá de 17 a 26 de agosto, conta com as primeiras iniciativas por categorias de trabalhadores e dos movimentos sociais. Até a semana da jornada, todas as quartas-feiras haverá reuniões de uma comissão organizativa na sede da CSP-Conlutas, para encaminhar as resoluções da Secretaria Executiva e o plano de intervenção na atividade.

Apesar do boicote das direções governistas para dificultar a construção de um forte processo unificado de mobilização, os trabalhadores vêm realizando diversas paralisações nos locais de trabalho. Exemplo disso é a greve dos técnicos administrativos das Universidades desde o dia 06 de junho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Solidariedade