Atenção! Centrais sindicais traçam plano de ação contra pacote de Bolsonaro e convocam ato para esta quarta-feira

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

As Centrais Sindicais realizarão um ato nesta quarta-feira (13), em São Paulo, contra o pacote anunciado por Bolsonaro, que retira e reduz direitos da classe trabalhadora. O protesto será às 9h, em frente ao Theatro Municipal.

“Queremos reafirmar o chamado a toda a base da CSP-Conlutas para esse ato de São Paulo. Todos os setores estão convocados, movimento sindical, popular, de luta por moradia,  por Reforma Agrária e de luta contra as opressões”, salientou o integrante da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Paulo Barela.

Esta mobilização e uma série de atividades previstas para acontecer de novembro de 2019 a maio de 2020 foram discutidas nesta segunda-feira (11), em reunião com as representações das Centrais.

 

Plano de ação

O objetivo é traçar um plano de ação unitário contra o pacote econômico anunciado por Bolsonaro e que abrange o congelamento do salário mínimo, cortes no FGTS, cortes de verba na saúde e educação, arrocho salarial dos servidores e retirada de direitos dos trabalhadores.

Entre as iniciativas, está um encontro nesta terça-feira (12) para discutir novas iniciativas para levar o debate e mobilização sobre o problema do desemprego nas periferias. Esse debate será amplo, com movimentos populares, sociais, da igreja organizações de bairro entre outros.

A atividade acontecerá na sede da Força Sindical, a partir das 11h30. As Centrais fizeram o convite as entidades próximas para participarem.

Outra atividade que está sendo articulada é o “Encontro Emprego e Desenvolvimento”, que ocorrerá no dia 18 de novembro, das 9h às 13h, no auditório do Sindicato dos Químicos em São Paulo.

Entre outras ações, estão previstas estão iniciativas no Congresso Nacional.

Essas atividades – a reunião do dia 18 e a atuação no Congresso – serão aprofundadas na próxima reunião das Centrais sem data ainda data, mas prevista para acontecer na semana de 18 a 22 de novembro.

 

Frente de atuação 

A reunião discutiu encaminhamentos para construir a resistência ao governo de Bolsonaro e quais seriam as saídas para o combate a esses ataques. A CSP-Conlutas defendeu uma Frente Única contra o governo e encontros estaduais.

“Precisamos construir uma verdadeira Frente Única para Lutar contra as medidas de semi-escravidão de Bolsonaro/Mourão. O projeto econômico desse governo é ultraliberal e atende os interesses dos ricos e poderosos neste momento de crise. Não vamos aceitar pagar essa conta e por isso é fundamental construir desde já encontro de lutadores e lutadoras pelos estados e regiões buscar construir um encontro nacional, envolvendo todo o mundo que queira lutar contra esse governo e seus projetos”, defendeu Barela.

Para o dirigente, as mobilizações tem que ser feitas agora, sem ilusão nas eleições de 2022. “Não devemos nos prender ao calendário eleitoral e achar que as coisas se resolverão em 2022. A luta se faz agora. É nas ruas, nas praças,  em todas as cidades; nas greves, mobilizações e protestos que vamos derrotar esse governo. Basta de Bolsonaro e Mourão. Não à política ultraliberal de Guedes”, concluiu.

Fonte: CSP-Conlutas

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Curtas Jornadas Noite Adentro

Vale a pena conferir o longa Curtas Jornadas Noite Adentro, de Thiago B. Mendonça, que estará disponível na plataforma on-line do Sesc até 25.02.2023.

Věra Chytilová e a Nouvelle Vague Tcheca – Parte 2

Os grandes acontecimentos políticos reverberam nas artes, influenciam e são influenciados pelos artistas. A Nouvelle Vague Tcheca é um exemplo. Foi um movimento de cinema diferente, radical e inseparável da Primavera de Praga, aquele “segundo soberbo”, na definição do escritor Milan Kundera.

Crítica: HOLY SPIDER (Aranha Sagrada)

Pré-selecionado ao Oscar, filme aborda caso real de serial killer que foi celebrado por matar mulheres no Irã. Conhecido como Spider Killer, o assassino acredita estar numa missão espiritual de limpar as ruas do pecado.