Correios: assembleias definirão rumos da greve

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

<--break->
Centenas de trabalhadores dos Correios participaram no dia 04 de outubro, do Dia de Luta dos ecetistas. Caravanas de vários estados estiveram em Brasília para defender seus direitos. Na parte da tarde houve a audiência de conciliação do dissídio coletivo de greve. 
Durante a audiência, a ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi defendeu a proposta da direção da Empresa de Correios e Telegrafos, já recusada pelos trabalhadores. Depois de mais de 4 horas de reunião, Maria Cristina apresentou nova proposta e conseguiu o apoio do Secretário Geral e de outros membros do Comando de Negociações da FENTECT, que se comprometeram em defender a oferta da empresa.

Mas nem todo os Membros do Comando Nacional de Negociações e Mobilização receberam a proposta com bons olhos. Na avaliação de Jacó e Evandro, ambros integrantes do comando, a  proposta da ministra consegue ser pior que a anterior. Pois, mantem o desconto dos 6 dias e, ainda, exige a compensação dos demais dias de greve  durante os finais de semana.

Apesar da truculência da direção da ECT e do governo Dilma, que se recusam a negociar com as categorias que estão em greve, a mobilização forçou a apresentação de uma nova proposta. Mas, que ainda é insuficiente!
Jacó e Evandro defendem a continuidade da greve até que a empresa apresente uma proposta que contemple as reivindicações da categoria.  A decisão deve ocorrer nas assembleias , que serão realizadas hoje (05/10).
 Proposta apresentada pela ministra do TST:
·         Reajuste Salarial de 6.87 %;
·         Reajuste Linear de RS 80,00 para outubro;
·         Devolução dos 6 dias descontados da greve, com desconto a partir de janeiro/2012, parcelado em 12 vezes. Os demais dias seriam compensados com trabalho nos finais de semana (SÁBADOS e DOMINGOS).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Věra Chytilová e a Nouvelle Vague Tcheca – Parte 2

Os grandes acontecimentos políticos reverberam nas artes, influenciam e são influenciados pelos artistas. A Nouvelle Vague Tcheca é um exemplo. Foi um movimento de cinema diferente, radical e inseparável da Primavera de Praga, aquele “segundo soberbo”, na definição do escritor Milan Kundera.

Crítica: HOLY SPIDER (Aranha Sagrada)

Pré-selecionado ao Oscar, filme aborda caso real de serial killer que foi celebrado por matar mulheres no Irã. Conhecido como Spider Killer, o assassino acredita estar numa missão espiritual de limpar as ruas do pecado.