Na Copa vai ter greve: todo apoio à luta dos rodoviários do Rio de Janeiro

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

Os rodoviários da cidade do Rio Janeiro decidiram realizar uma greve de 48 horas a partir desta terça-feira (13). O movimento denuncia a pecarização do transporte público e exige o fim da dupla função (motirista/cobrador), além de reivindicar reajuste de salarial e aumento no valor da cesta básica.

No dia 09/05, uma paralisação de 24 horas deu inicio ao movimento dos rodoviários e trouxe a tona a revolta da categoria com os baixos salários e o sucateamento do transporte público, enquanto os empresários lucram rios de dinheiro. A paralisação foi aprovada pela base e conta com significativa adesão, mesmo com o sindicato jogando contra. Por volta da 10h da manhã somente 16% da frota funcionava, o que demonstra a insatisfação dos trabalhadores.

Confira, abaixo, nota de apoio da CSP-Conlutas Rio de Janeiro à greve desses trabalhadores:

A greve dos rodoviários do Rio é contra a patronal que é uma verdadeira máfia e controla os serviços de transporte público na cidade. Também é contra a direção do sindicato que não passa de uma correia de transmissão da ganância da patronal. O Acordo Coletivo fechado entre o sindicato e os patrões não garante aumento nos salários, reposição da inflação e ainda coloca em risco o emprego de 28 mil cobradores e a vida de motoristas e população.

O movimento já sofre ataque dos empresários do setor, da prefeitura e da mídia. Mas nós, da CSP-Conlutas, apoiamos incondicionalmente esta luta. Seguimos reivindicando um transporte coletivo público e gratuito para todos os trabalhadores e a população. Exigimos da prefeitura a estatização sem indenização de todas as linhas de ônibus, a efetivação dos rodoviários como servidores públicos, a retirada das catracas e a climatização dos ônibus.

Veja aqui panfleto do Movimento Rodoviários em Luta

Com informações da CSP-Conlutas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Věra Chytilová e a Nouvelle Vague Tcheca – Parte 2

Os grandes acontecimentos políticos reverberam nas artes, influenciam e são influenciados pelos artistas. A Nouvelle Vague Tcheca é um exemplo. Foi um movimento de cinema diferente, radical e inseparável da Primavera de Praga, aquele “segundo soberbo”, na definição do escritor Milan Kundera.

Crítica: HOLY SPIDER (Aranha Sagrada)

Pré-selecionado ao Oscar, filme aborda caso real de serial killer que foi celebrado por matar mulheres no Irã. Conhecido como Spider Killer, o assassino acredita estar numa missão espiritual de limpar as ruas do pecado.