Esta semana o Sindsef–SP realiza uma série de assembleias nos locais de trabalho visando preparar as mobilizações do dia 11 de julho. Além disso, o Conselho Deliberativo de Base se reúne nesta quarta-feira, 03 de julho, às 14 horas, para tratar deste e de outros assuntos.
Entre as assembleias já confirmadas estão:
– Aposentados e Pensionistas, quarta-feira (03/07), às 10h,
– IPEN, quinta-feira (04/07), às 10h,
– Fundacentro, sexta-feira (05/07), às 12h,
– MTE, sexta-feira (05/07), às 13h.
Os servidores do DNIT, em greve desde o dia 25 de julho, também irão aprofundar o debate sobre a forma de participação neste dia de Luta.
Na Fundacentro, além da assembleia, acontece uma homenagem à diretora do Sindsef-SP e servidora da casa, Suely Fonseca, que faleceu no último sábado (29) vítima de um câncer.
Muitas conquistas em menos de um mês – No último período, diversas mobilizações e manifestações tomaram às ruas do país. O grande número de reivindicações demonstra que o povo está cansado da forma com que é tratado cotidianamente pelo poder público, pelos parlamentares, pelos grandes empresários, pela grande mídia, enfim, pela classe que domina e suga o Brasil.
Há mais de 20 anos não se via mobilização tão grande de norte a sul do país. Abalados, os políticos resolveram “ouvir o clamor do povo” e trabalhar um pouco. Tarifas foram reduzidas, derrubaram a PEC 37, foi aprovado que a corrupção é um crime hediondo, o Supremo mandou prender pela primeira vez um parlamentar corrupto, aprovaram a destinação dos royalties do petróleo para a educação (75%) e para a saúde (25%) e, pasmem, Renan coloca em votação a criação do passe livre para os estudantes.
Entretanto, não é a toa que os governantes e parlamentares resolveram supostamente atender as reivindicações mínimas do povo. Há uma tentativa de desviar o foco daquilo que está por trás dos problemas que atinge a vida da população brasileira.
O principal, o grande problema do Brasil é que metade do orçamento da União é gasto com o pagamento dos juros da dívida interna e externa. São os interesses dos grandes banqueiros que se sobrepõem na pauta do governo federal. Sem mudar isso, não haverá dinheiro para resolver os graves problemas que afligem a população.
Unificar para fortalecer as mobilizações – Os trabalhadores precisam se somar a este processo que está em curso para evitar que ele se evapore. Neste sentido, a CSP-Conlutas e demais centrais sindicais organizam, em 11 de julho, o Dia Nacional de Luta com greves, paralisações e manifestações de rua.
Cabe aos trabalhadores construir este dia nos locais de trabalho, dando-lhe o caráter que deve ter: é um dia de luta contra o governo e as demais instituições do poder.
É hora de cobrar do governo e dos patrões o atendimento às reivindicações que estão nas ruas. Exigimos:
– Reduzir o preço e melhorar a qualidade dos transportes coletivos;
– Mais investimentos na saúde e educação pública;
– Fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias;
– Redução da jornada de trabalho;
– Fim dos leilões das reservas de petróleo;
– Contra o PL 4330, da terceirização;
– Reforma Agrária.
No dia 11 de julho, vamos parar o Brasil!

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