1º de dezembro – Dia Mundial de Combate a Aids/HIV

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Hoje, 1º de dezembro, celebra-se o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data,  instituída no Brasil em 1988,  tem como objetivo principal chamar atenção para a prevenção e desmistificar preconceitos contra os portadores do vírus HIV.

Apesar dos grandes avanços em relação ao tratamento e qualidade de vida dos portadores do vírus, ainda não existe remédio para um grande problema que assola a vida dos soropositivos: a discriminação. Esta forma de preconceito acontece nos mais diversos locais, nas mais diferentes situações: no trabalho; na escola do filho; entrando num ônibus com o passe livre; ou até mesmo em casa, com os familiares.

Infelizmente a doença ainda é, erroneamente, considerada a “peste gay”. A propagação deste rótulo vem desde os anos 80 e foi responsável pelo assassinato de homossexuais e travestis. Infelizmente o processo de extermínio sistemático de homossexuais continua até hoje.

Vale ressaltar que a Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia etc. Por isso é importante quebrar o preconceito e cercar de solidariedade os soropositivos.

HIV/Aids

HIV é a sigla em inglês do Vírus da Imunodeficiência Humana, causador da Aids.  Ter o HIV não é a mesma coisa que ter Aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas ou desenvolver a doença, mas podem transmitir o vírus a outros por relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez ou amamentação.

Aids é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo. Justamente por isso é que o indivíduo portador da Aids fica vulnerável a sofrer pelas chamadas doenças oportunistas, que podem variar de um simples resfriado a infecções mais graves, como a tuberculose, hepatites virais, pneumonia e alguns tipos de câncer.

Faça o teste

Atualmente, o Ministério da Saúde estima que cerca de 530 mil pessoas vivam com HIV/Aids no país. Dessas, 135 mil não sabem ou nunca fizeram o teste. O teste rápido é a principal estratégia para o acesso ao diagnóstico. 

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