29/05 – Dia Nacional de Paralisação e de Manifestações

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Com o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.

A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadores.

O plenário estava lotado e contou a participação de representações sindicais e do movimento estudantil, entre os quais, Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Sindicatos dos Metalúrgicos de Osasco, de São Paulo e do ABC, Sindicato dos Bancários de São Paulo, Sindicato dos Eletricitários, Condutores, Comerciários e Assembleia Nacional de Estudantes Livre (Anel).

Além do combate à terceirização, contra as medidas provisórias 664 e 665, o ajuste fiscal e em defesa dos direitos e da democracia já definidos como bandeiras unitárias para a data, as Centrais Sindicais definiram incorporar ao dia 29 a luta contra o desemprego.

O representante da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes, destacou que a Central somará todos os esforços para unificar os representantes dos trabalhadores em defesa dos direitos da classe.

O dirigente reafirmou a independência da Central frente aos patrões e ao governo, pois ambos estão de mãos dadas. “O lado dos trabalhadores é o lado da independência, da mobilização, frente a qualquer governo de plantão, porque os governos federal e estaduais estão agredindo nossos direitos.  O pacote fiscal caiu sobre os ombros dos trabalhadores da Educação que se levantam em sete estados do país fazendo greve, que vão do governo do PSDB até governo do Psol,  no Amapá, que não aceita a pauta dos trabalhadores. Está na ordem do dia a tarefa de botar o terceiro bloco, da classe trabalhadora, nas ruas”, frisou.

Há segmentos que já estão debatendo a construção Dia Nacional de Paralisação. A exemplo dos servidores públicos federais que já indicaram uma semana de mobilização, com peso no dia 29. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

“O dia 29 indica essa possibilidade com a construção de um grande dia de paralisação rumo à Greve Geral. Balizado no que foi o último dia 15 de abril que ele [dia 29] seja mais forte, com mais fábricas e canteiros de obras parados, com manifestações que nos unifiquem e digam para o Brasil e para o mundo que a classe trabalhadora se levanta contra o pacote fiscal. Esse é o desafio e essa plenária cumpre esse papel”, finalizou o dirigente.

Manifestação essa semana contra as MPs 664 e 665

As centrais sindicais definiram também manifestações conjuntas nesta semana, no Congresso Nacional, contra a MPs 664 e 665.

A Força Sindical, que esteve ausente no dia 15 de abril e apoiou a PL 4330 na Câmara dos Deputados, agora esta contra a terceirização das atividades-fim e vai decidir nesta semana, em plenária, a participação no dia 29.

Na próxima segunda feira (18), haverá nova reunião entre as centrais.

A CSP-Conlutas entende que é muito importante a unidade de ação entre as centrais contra a terceirização, as medidas provisórias de Dilma, que retira direitos dos trabalhadores, e as demissões e exige estabilidade no emprego.

Moção conjunta de apoio – As centrais sindicais presentes aprovaram uma moção conjunta de apoio à greve dos professores do Paraná.

Também como parte da solidariedade de classe, um abaixo-assinado pela readmissão dos garis demitidos no Rio de Janeiro, após greve da categoria, foi passado para os representes.

 

FONTE: CSP-CONLUTAS

 

Com o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

 

As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.

 

A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadores.

 

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O plenário estava lotado e contou a participação de representações sindicais e do movimento estudantil, entre os quais, Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Sindicatos dos Metalúrgicos de Osasco, de São Paulo e do ABC, Sindicato dos Bancários de São Paulo, Sindicato dos Eletricitários, Condutores, Comerciários e Assembleia Nacional de Estudantes Livre (Anel).

 

Além do combate à terceirização, contra as medidas provisórias 664 e 665, o ajuste fiscal e em defesa dos direitos e da democracia já definidos como bandeiras unitárias para a data, as Centrais Sindicais definiram incorporar ao dia 29 a luta contra o desemprego.

 

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O representante da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes, destacou que a Central somará todos os esforços para unificar os representantes dos trabalhadores em defesa dos direitos da classe.

 

O dirigente reafirmou a independência da Central frente aos patrões e ao governo, pois ambos estão de mãos dadas. “O lado dos trabalhadores é o lado da independência, da mobilização, frente a qualquer governo de plantão, porque os governos federal e estaduais estão agredindo nossos direitos.  O pacote fiscal caiu sobre os ombros dos trabalhadores da Educação que se levantam em sete estados do país fazendo greve, que vão do governo do PSDB até governo do Psol,  no Amapá, que não aceita a pauta dos trabalhadores. Está na ordem do dia a tarefa de botar o terceiro bloco, da classe trabalhadora, nas ruas”, frisou.

 

Há segmentos que já estão debatendo a construção Dia Nacional de Paralisação. A exemplo dos servidores públicos federais que já indicaram uma semana de mobilização, com peso no dia 29. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

 

“O dia 29 indica essa possibilidade com a construção de um grande dia de paralisação rumo à Greve Geral. Balizado no que foi o último dia 15 de abril que ele [dia 29] seja mais forte, com mais fábricas e canteiros de obras parados, com manifestações que nos unifiquem e digam para o Brasil e para o mundo que a classe trabalhadora se levanta contra o pacote fiscal. Esse é o desafio e essa plenária cumpre esse papel”, finalizou o dirigente.

 

Manifestação essa semana contra as MPs 664 e 665

 

As centrais sindicais definiram também manifestações conjuntas nesta semana, no Congresso Nacional, contra a MPs 664 e 665.

 

A Força Sindical, que esteve ausente no dia 15 de abril e apoiou a PL 4330 na Câmara dos Deputados, agora esta contra a terceirização das atividades-fim e vai decidir nesta semana, em plenária, a participação no dia 29.

 

Na próxima segunda feira (18), haverá nova reunião entre as centrais.

 

A CSP-Conlutas entende que é muito importante a unidade de ação entre as centrais contra a terceirização, as medidas provisórias de Dilma, que retira direitos dos trabalhadores, e as demissões e exige estabilidade no emprego.

 

Moção conjunta de apoio– As centrais sindicais presentes aprovaram uma moção conjunta de apoio à greve dos professores do Paraná.

 

Também como parte da solidariedade de classe, um abaixo-assinado pela readmissão dos garis demitidos no Rio de Janeiro, após greve da categoria, foi passado para os representes.

 

– See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/05/centrais-sindicais-reforcam-29-de-maio-como-dia-nacional-de-paralisacao-rumo-a-greve-geral-2/#sthash.V76L0hFJ.dpuf

Com o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

 

As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.

 

A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadores.

 

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O plenário estava lotado e contou a participação de representações sindicais e do movimento estudantil, entre os quais, Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Sindicatos dos Metalúrgicos de Osasco, de São Paulo e do ABC, Sindicato dos Bancários de São Paulo, Sindicato dos Eletricitários, Condutores, Comerciários e Assembleia Nacional de Estudantes Livre (Anel).

 

Além do combate à terceirização, contra as medidas provisórias 664 e 665, o ajuste fiscal e em defesa dos direitos e da democracia já definidos como bandeiras unitárias para a data, as Centrais Sindicais definiram incorporar ao dia 29 a luta contra o desemprego.

 

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O representante da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes, destacou que a Central somará todos os esforços para unificar os representantes dos trabalhadores em defesa dos direitos da classe.

 

O dirigente reafirmou a independência da Central frente aos patrões e ao governo, pois ambos estão de mãos dadas. “O lado dos trabalhadores é o lado da independência, da mobilização, frente a qualquer governo de plantão, porque os governos federal e estaduais estão agredindo nossos direitos.  O pacote fiscal caiu sobre os ombros dos trabalhadores da Educação que se levantam em sete estados do país fazendo greve, que vão do governo do PSDB até governo do Psol,  no Amapá, que não aceita a pauta dos trabalhadores. Está na ordem do dia a tarefa de botar o terceiro bloco, da classe trabalhadora, nas ruas”, frisou.

 

Há segmentos que já estão debatendo a construção Dia Nacional de Paralisação. A exemplo dos servidores públicos federais que já indicaram uma semana de mobilização, com peso no dia 29. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

 

“O dia 29 indica essa possibilidade com a construção de um grande dia de paralisação rumo à Greve Geral. Balizado no que foi o último dia 15 de abril que ele [dia 29] seja mais forte, com mais fábricas e canteiros de obras parados, com manifestações que nos unifiquem e digam para o Brasil e para o mundo que a classe trabalhadora se levanta contra o pacote fiscal. Esse é o desafio e essa plenária cumpre esse papel”, finalizou o dirigente.

 

Manifestação essa semana contra as MPs 664 e 665

 

As centrais sindicais definiram também manifestações conjuntas nesta semana, no Congresso Nacional, contra a MPs 664 e 665.

 

A Força Sindical, que esteve ausente no dia 15 de abril e apoiou a PL 4330 na Câmara dos Deputados, agora esta contra a terceirização das atividades-fim e vai decidir nesta semana, em plenária, a participação no dia 29.

 

Na próxima segunda feira (18), haverá nova reunião entre as centrais.

 

A CSP-Conlutas entende que é muito importante a unidade de ação entre as centrais contra a terceirização, as medidas provisórias de Dilma, que retira direitos dos trabalhadores, e as demissões e exige estabilidade no emprego.

 

Moção conjunta de apoio– As centrais sindicais presentes aprovaram uma moção conjunta de apoio à greve dos professores do Paraná.

 

Também como parte da solidariedade de classe, um abaixo-assinado pela readmissão dos garis demitidos no Rio de Janeiro, após greve da categoria, foi passado para os representes.

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Com o objetivo de intensificar as ações e ampliar a unidade de luta para o 29 de maio – Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral, as centrais sindicais CSP- Conlutas, UGT, CUT, CGTB, Força Sindical, Intersindical – CCT, CTB e Nova Central realizaram uma plenária ampliada nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

 

As representações das centrais sindicais deram informe sobre a necessidade e esforços em unificar as bandeiras e fazer do dia 29 um grande dia de paralisação.

 

A presença da maioria das centrais nessa plenária apontou a disposição dessas entidades em mobilizar a classe contra os ataques do governo que retiram direitos dos trabalhadores.

 

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O plenário estava lotado e contou a participação de representações sindicais e do movimento estudantil, entre os quais, Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Sindicatos dos Metalúrgicos de Osasco, de São Paulo e do ABC, Sindicato dos Bancários de São Paulo, Sindicato dos Eletricitários, Condutores, Comerciários e Assembleia Nacional de Estudantes Livre (Anel).

 

Além do combate à terceirização, contra as medidas provisórias 664 e 665, o ajuste fiscal e em defesa dos direitos e da democracia já definidos como bandeiras unitárias para a data, as Centrais Sindicais definiram incorporar ao dia 29 a luta contra o desemprego.

 

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O representante da CSP-Conlutas, Atnágoras Lopes, destacou que a Central somará todos os esforços para unificar os representantes dos trabalhadores em defesa dos direitos da classe.

 

O dirigente reafirmou a independência da Central frente aos patrões e ao governo, pois ambos estão de mãos dadas. “O lado dos trabalhadores é o lado da independência, da mobilização, frente a qualquer governo de plantão, porque os governos federal e estaduais estão agredindo nossos direitos.  O pacote fiscal caiu sobre os ombros dos trabalhadores da Educação que se levantam em sete estados do país fazendo greve, que vão do governo do PSDB até governo do Psol,  no Amapá, que não aceita a pauta dos trabalhadores. Está na ordem do dia a tarefa de botar o terceiro bloco, da classe trabalhadora, nas ruas”, frisou.

 

Há segmentos que já estão debatendo a construção Dia Nacional de Paralisação. A exemplo dos servidores públicos federais que já indicaram uma semana de mobilização, com peso no dia 29. Assim como os trabalhadores do setor de transporte de São Paulo, entre eles, os condutores, metroviários e ferroviários, que estão buscando formas de agregar ações para o Dia de Paralisação Nacional.

 

“O dia 29 indica essa possibilidade com a construção de um grande dia de paralisação rumo à Greve Geral. Balizado no que foi o último dia 15 de abril que ele [dia 29] seja mais forte, com mais fábricas e canteiros de obras parados, com manifestações que nos unifiquem e digam para o Brasil e para o mundo que a classe trabalhadora se levanta contra o pacote fiscal. Esse é o desafio e essa plenária cumpre esse papel”, finalizou o dirigente.

 

Manifestação essa semana contra as MPs 664 e 665

 

As centrais sindicais definiram também manifestações conjuntas nesta semana, no Congresso Nacional, contra a MPs 664 e 665.

 

A Força Sindical, que esteve ausente no dia 15 de abril e apoiou a PL 4330 na Câmara dos Deputados, agora esta contra a terceirização das atividades-fim e vai decidir nesta semana, em plenária, a participação no dia 29.

 

Na próxima segunda feira (18), haverá nova reunião entre as centrais.

 

A CSP-Conlutas entende que é muito importante a unidade de ação entre as centrais contra a terceirização, as medidas provisórias de Dilma, que retira direitos dos trabalhadores, e as demissões e exige estabilidade no emprego.

 

Moção conjunta de apoio– As centrais sindicais presentes aprovaram uma moção conjunta de apoio à greve dos professores do Paraná.

 

Também como parte da solidariedade de classe, um abaixo-assinado pela readmissão dos garis demitidos no Rio de Janeiro, após greve da categoria, foi passado para os representes.

– See more at: http://cspconlutas.org.br/2015/05/centrais-sindicais-reforcam-29-de-maio-como-dia-nacional-de-paralisacao-rumo-a-greve-geral-2/#sthash.V76L0hFJ.dpuf

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