A resposta do governo Dilma às reivindicações dos servidores públicos reforça a necessidade de intensificar a luta. O secretário de Recursos Humanos do MPOG, Duvanier Paiva, afirmou que não será concedido nenhum reajuste linear ao funcionalismo. Com o claro objetivo de fragmentar o movimento unificado dos SPFs, Paiva voltou a defender a política de negociação nas mesas especificas.

A CSP-Conlutas e demais entidades, insistiram que é preciso tratar as distorções, acompanhadas de uma política salarial permanente, que garanta a reposição da inflação. Outro problema é que, da forma como está colocado, o governo manterá a mesa de negociação geral somente para tratar dos projetos de leis que retiram direitos dos servidores. Ao mesmo tempo, o governo segue pressionando para que estes mesmos projetos sejam votados, como é o caso do PL 1992/07, que foi pauta da CTASP no último dia 13. Fica clara a total falta de compromisso com os trabalhadores.
O governo não recuou da posição de tratar as prioridades nas mesas específicas. Enquanto isso, do lado de cá, os trabalhadores seguem organizando a Jornada de Lutas, que acontece entre os dias 17 e 26 de agosto com várias mobilizações nos estados e no dia 24 tem manifestação em Brasília. É preciso intensificar e fortalecer as mobilizações.





