Agências Reguladoras aderem à greve nacional

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Os servidores das agências reguladoras de todo o país aderiram nessa segunda, 16, à greve nacional do funcionalismo para pressionar o governo a atender as reivindicações da categoria. O movimento é por tempo indeterminado e iniciou com significativa participação dos servidores.

A categoria pede uma reposição salarial de 25%, referentes às perdas provocadas pela inflação nos últimos quatro anos, e a criação de uma carreira única dos servidores das agências. É inadmissível a diferença dos salários existente entre os servidores que foram incorporados antes da criação da agência reguladora e os concursados após 1997.

“O nosso movimento pela campanha salarial 2012 visa à recomposição das perdas salariais acumuladas desde 2008 e a valorização das carreiras”, afirmou a Técnica em Regulação, Ana Claudia, servidora da Anatel/SP. Os funcionários das Agências engrossam o coro dos servidores federais e pedem uma proposta imediata do governo que, após várias reuniões este ano, não apresentou resposta a pauta de reivindicação da categoria.

Em são Paulo, as agências reguladoras estão aderindo em massa ao movimento, em resposta a falta de correção inflacionária, “os nossos salários está muito aquém das atividades que desempenhamos”, criticou outro servidor da Anatel, Anésio Evangelista de Oliveira Filho.

Anésio lembra que a atual presidente costumava afirmar “que quem arrecada milhões não pode ganhar tostões”, quando ainda era ministra do governo Lula.

A paralisação atinge a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), ANP (Agência Nacional  do Petróleo), Ancine (Agência Nacional de Cinema), Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), ANA (Agência Nacional  de Águas) e a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

 

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