Dia 29 de julho vamos parar o IPEN

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Para intensificar as mobilizações da Campanha Salarial Unificada, os servidores do IPEN decidiram realizar uma paralisação de 24h nesta quarta-feira, 29/07 e, também, aprovaram um indicativo de greve por tempo indeterminado a partir de 04 de agosto.

Estamos em um momento decisivo das negociações e precisamos demonstrar nossa indignação com a intransigência do governo, que insiste em manter a proposta de reajuste de 21,3% parcelado em quatro anos.

Esta proposta é parte do “Ajuste Fiscal” do governo Dilma, que tem como objetivo reduzir os gastos do governo para garantir recursos para o pagamento de juros e amortização da divida púbica e assim manter os lucros dos banqueiros e grandes empresários.  

Na última reunião entro o Fórum dos Federais e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, representado pelo secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, o governo apresentou uma proposta de reajustes para o auxílio-creche, auxílio alimentação e para o plano de saúde suplementar.

Porém, além de insuficiente, a proposta exclui os aposentados e pensionistas. Paulo Barela, servidor do IBGE e representante da CSP-Conlutas no Fórum, reconhece a importância do reajuste nos benefícios, mas observa que o governo oferece valores muito distantes da reivindicação de equiparação com os servidores do Judiciário.

Diante do resultado insatisfatório desta reunião, os servidores devem ampliar a greve nacional do funcionalismo, que já atinge setores como: judiciário, professores universitários, técnico-administrativos das instituições federais de ensino superior e Institutos, Previdência Social (INSS) e os técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Na base do Sindsef-SP, já foi deflagrada greve no Incra, desde o dia 22 de julho e no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) o movimento paredista começa no dia 29.

É preciso parar completamente as atividades no Instituto nesta quarta-feira (29), para que o governo perceba que não vai continuar nos enrolando. Temos que assumir nosso lugar nesta luta e construir uma forte greve geral contra os ataques da presidente Dilma e sua equipe.

A categoria defende um reajuste de 27,3%, em 2016 e considera inaceitável acordo plurianual.

Negociação Especifica

As demandas específicas de nosso interesse também estão em processo de negociação e precisamos aumentar a pressão para garantir e ampliar nossos direito. Os representantes das entidades que compõem o Fórum da Carreira de C&T pediram o apoio da secretária executiva do MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação), Emília Curi, junto a Secretaria de Relações do Trabalho do MPOG para abertura de mesa de negociação da pauta específica das Carreiras de C&T. Havia um indicativo de que estas reuniões setoriais seriam retomadas na semana passada, mas isto não aconteceu.

Nesta terça-feira, 28/07, dirigentes da Assipen participam de reunião com Emília Curi para tratar de temas como corte no orçamento, GEPR, hora extra, jornada de 6 horas, realização de concurso público, entre outro. O encontro também reunirá outras associações ligadas a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear).

Também está agendada, para o dia 05/08, reunião com o Ministro Aldo Rebelo, onde será debatida a pauta do setor.

 

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