Dnit – Após fim da greve, plenária setorial irá debater rumos do movimento

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

Após 74 dias de greve, os servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) voltaram a rejeitar os 15,8% oferecidos pelo governo e decidiram pelo fim do movimento. A decisão foi tomada nas assembleias estaduais, realizadas em 06 de setembro, e compartilhadas através de videoconferência na mesma data.

Os servidores continuam mobilizados e participam hoje, 11/09, de uma plenária nacional em Brasília para discutir os rumos do movimento.
A principal reivindicação dos grevistas, que não assinaram o acordo de 2012 e estão sem reajuste desde 2008, é pela reestruturação da carreira e pela equiparação salarial com setores que desempenham funções similares a suas atribuições.

“Os 15,8% é uma recomposição salarial e nós não estamos pleiteando isso. Queremos um reposicionamento salarial da carreira diante da importância que ela tem”, defende o diretor do Sindsef e servidor do DNIT, André Hernandes.

Após o término da greve, o Ministério do Planejamento publicou uma nota informando que a Condsef teria assinado o acordo que garante reajuste de 15,8% para a categoria. Assim que tomou conhecimento a Confederação entrou em contato com o MPOG questionando a divulgação.

Segundo a Confederação, tudo não passou de um equívoco baseado na interpretação do ofício 169/2013. Porém, o texto comunicava apenas o fim da greve e solicitava reunião para última segunda-feira (09) visando tratar de temas ligados ao fim do movimento.

A reunião, que já estava confirmada, acabou sendo cancelada pela Secretaria de Relações do Trabalho (SRT) que não deu nova data para que o encontro aconteça. A nota do Planejamento foi retirada do ar.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Věra Chytilová e a Nouvelle Vague Tcheca – Parte 2

Os grandes acontecimentos políticos reverberam nas artes, influenciam e são influenciados pelos artistas. A Nouvelle Vague Tcheca é um exemplo. Foi um movimento de cinema diferente, radical e inseparável da Primavera de Praga, aquele “segundo soberbo”, na definição do escritor Milan Kundera.

Crítica: HOLY SPIDER (Aranha Sagrada)

Pré-selecionado ao Oscar, filme aborda caso real de serial killer que foi celebrado por matar mulheres no Irã. Conhecido como Spider Killer, o assassino acredita estar numa missão espiritual de limpar as ruas do pecado.