Funcionalismo federal vai para o enfrentamento com Dilma-PT

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Milhares pararam no dia 25 de abril em protesto contra a política de ajustes fiscais do governo e Fórum das Entidades Nacionais define calendário com indicativo de greve geral para 11 de junho.


Por Paulo  Barela

 

Os servidores federais confirmaram sua disposição de enfrentar a política de congelamento salarial e retirada de direitos do governo Dilma e paralisaram diversos órgãos públicos no último dia 25 de abril. Vários setores aderiram ao movimento paredista, em especial o setor da educação federal que realizou uma greve de 24 horas entre os funcionários das Universidades Federais, base da FASUBRA, e técnicos e docentes dos Institutos Federais de Ensino Tecnológico, base do SINASEFE. Porém, vários setores da base da CONDSEF, como INCRA, IBAMA, MTE, dentre outros, também aderiram fortemente ao movimento. A paralisação também foi destaque entre os funcionários da Fundação Oswaldo Cruz e das Agências Reguladoras. Outros setores fizeram manifestações importantes por todo o país, incluindo funcionários administrativos e profissionais de segurança da Polícia Federal.

Esse dia nacional de paralisação foi importante para avançar na mobilização da categoria, que ainda segue na perspectiva de realizar uma greve geral no setor. A julgar pela disposição mostrada neste dia, essa é uma possibilidade que pode se transformar em realidade no próximo período. E novos processos estão em curso: definição de paralisação de 48 horas de paralisação entre os servidores das Universidades, dias 09 e 10 de maio, 24 horas no judiciário federal, dia 09 de maio e indicativo de greve por tempo indeterminado dos docentes das universidades federais a partir do dia 17 de maio.

Neste dia 02 de maio, o Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Federais voltou a se reunir para fazer um balanço do dia de paralisação e definir um calendário de continuidade para a Campanha Salarial. Como o governo não avançou um milímetro na pauta de reivindicações, as entidades vão exigir uma nova reunião e estabelecer um prazo para a Secretaria de Relação do Trabalho (MPOG) atender às demandas da categoria. Caso isso não aconteça a categoria vai à greve por tempo indeterminado.


Veja abaixo o calendário aprovado na reunião de hoje:

16 de maio – Proposta de reunião com a SRT-MPOG para reapresentação da pauta;

17 de maioDia nacional de lutas com manifestações nos estados;

30 de maioPrazo para o governo atender as reivindicações;

05 de junhoCaravanas BSB e Plenária Nacional Unificada;

11 de junhoData indicativa para a greve geral no setor público federal, caso não haja atendimento das reivindicações.

 

Fonte: CSP-Conlutas

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