GEAP | Nesta quarta-feira, 05/07 – Sindsef-SP e Sinsprev realizam ato público denuncinado os reajustes abusivos

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O Sindsef-SP e o Sinsprev convocam os servidores que utilizam a Geap – Auto Gestão em Saúde, para fortalecer o ato público denunciando os aumentos abusivos e a má administração do plano de saúde. A atividade será nesta quarta-feira, 05 de julho, às 10h, em frente ao prédio da Geap em São Paulo (Rua Pedro Américo, 68 – República).

 A Geap é o maior plano de saúde que atende o funcionalismo. Ao todo possui cerca de um milhão de vidas, entre titulares e seus familiares. Este detalhe lhe confere uma arrecadação mensal significativa. No entanto, há anos, os servidores sofrem com aumentos abusivos e com a vertiginosa queda na qualidade dos serviços prestados.

 Em 2017, o reajuste exorbitante, desta vez na casa dos 23%, está muito além da capacidade de pagamento dos servidores, que tiveram um aumento de 5% ao ano, nos últimos dois anos. Vale lembrar, que o reajuste incidiu somente no bolso dos trabalhadores, enquanto a parte do governo não sofreu alteração.

 Além da mensalidade cara, os usuários ainda tem que pagar uma participação a cada procedimento utilizado. Esses aumentos representam uma política de exclusão afetando, principalmente, os mais idosos e aqueles com menor renda.

 Relatos de problemas no atendimento são frequentes. Nos últimos meses, mesmo com mensalidades tão caras, centenas de procedimentos deixaram de ser oferecidos pela operadora.

 O Sindsef-SP está convocando, em conjunto com o Sinsprev, um ato público para denunciar os aumentos abusivos e a má administração da Geap.

 

Compareça!

Leia abaixo a carta que será distribuída durante a atividade:

 

Geap: O que mata são os aumentos!

 

A Geap – Auto Gestão em Saúde, plano de saúde dos Servidores Públicos Federais, há anos vêm impondo valores extremante altos aos seus assistidos e, com isso, criando uma série de problemas aos usuários.

 O plano de saúde é detentor de uma carteira de clientes que atende centenas de milhares de vidas, entre titulares e seus familiares, e administra uma respeitável quantia em reais mensalmente. No entanto, os servidores sofrem com sucessivos aumentos exorbitantes e com a vertiginosa queda na qualidade dos serviços prestados.

Outra questão é a mudança no método de custeio e aplicação das novas tabelas por faixa etária e salarial. Além da mensalidade, que já é cara, os servidores ainda tem que pagar uma participação  a cada procedimento. Estes aumentos representam uma política de exclusão dos mais idosos, pois afetam principalmente os aposentados e pensionistas e também aqueles com menor renda.

Em 2017, o reajuste exorbitante, desta vez na casa dos 23%, está muito além da capacidade de pagamento dos servidores, que receberam apenas 5% de aumento ao ano, nos últimos dois anos, índice que se quer repôs a inflação do período. Vale lembrar, que os novos valores oneram somente os trabalhadores, enquanto a parte do governo não sofreu alteração.

Muitos assistidos encontram-se em um circulo de endividamento e sem avistarem uma saída. Isto porque, sem margem de consignação no contracheque para arcar com os sucessivos  aumentos e com a cobranças dos valores de participação dos procedimentos, muitos fizeram acordos de parcelamentos da dívida para evitar perder o plano de saúde. Porém, logo sofrem novos reajustes na alíquota do plano de saúde e se tornam inadimplentes novamente.

Como se não bastasse esta penúria, os gestores da Geap desmembraram os pais enquanto dependentes, gerando boletos separados para os titulares e assim os onerando duplamente. Defendemos a ampliação pra todos os pais independente de constarem ou não no imposto de renda.

Inconformados com os aumentos abusivos, os servidores querem a volta do princípio solidário de cobrança, quando o titular pagava 8% da remuneração, sem considerar  idade e o número de dependentes. Desta forma quem ganha mais  paga mais e quem ganha menos paga menos.

Os problemas de atendimento na rede credenciada também causam indignação. Há diferentes relatos de falta de profissionais e dificuldades para obter liberação de exames e cirurgias. Em algumas cidades os prestadores se negam a atender, alegando atrasos no pagamento e/ou pedem pagamentos por fora, insinuando que a tabela da Geap está defasada.

Relatos de problemas no atendimento são frequentes. Nos últimos meses, mesmo com mensalidades tão caras, centenas de procedimentos deixaram de ser oferecidos pela operadora. São comuns os casos de interrupção de tratamento por parte dos prestadores devido a falta de pagamento da fatura pela Geap e até casos de encaminhamento de pacientes ao SUS.

Os gestores afirmam que há um rombo no plano e tentam justificar os aumentos abusivos  jogando a responsabilidade  nas costas dos servidores. Porém, é preciso realizar uma ampla e rigorosa auditoria nas contas da Geap, para que os verdadeiros responsáveis pelo desmandos, má gestão e os desvios, sejam punidos exemplarmente na forma da lei. Já é hora de termos uma gestão profissionalizada na Geap, sem ingerência dos cargos de confiança indicados pelo governo.

Não é correto brincar com as vidas das pessoas, indicando afilhados dos partidos, que não entendem nada de planos de saúde, e sem nenhum conhecimento técnico.

 

 – Defendemos que os patrocinadores contribuam com igual parcela que os assistidos e seus dependentes para viabilidade da Geap!

 

– A Geap deve ser administrada por um conselho deliberativo de titulares do Plano, eleitos democraticamente pelos servidores!

– Os trabalhadores lutam pela transparência financeira, uma gestão voltada para atender os participantes do plano e impedir o desmonte da Geap!

– Pela ampliação da rede médica, hospitalar e laboratorial credenciada e abrangência assistencial!

– Por uma Geap sob efetivo controle dos servidores!

– Pela estatização da Geap! 

 Ato público em defesa da GEAP

 

05/07, quarta-feira, às 10h

Na porta da Geap/SP (Rua Pedro Américo, 68 – República) 

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