Governo mantém proposta rebaixada de reajuste para servidores federais

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Na reunião que ocorreu ontem, 25, no Planejamento o Secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, rejeitou a contraproposta apresentada pela Condsef, que foi aprovada na plenária nacional da confederação.  O argumento continua o mesmo: o agravamento da crise econômica.



Os servidores públicos federais formaram uma grande coluna, para fortalecer a Marcha realizada no dia 24 de agosto, em Brasília.  A intenção foi pressionar o governo a negociar a pauta que trata do reajuste do servidor público. Mas, apesar da forte mobilização que tomou conta das ruas da capital federal, o governo se mantém intransigente.


A proposta do governo prevê um teto de R$ 7 mil para servidores de nível superior (NS) enquanto oferece incremento de R$ 211 na gratificação do nível intermediário (NI) e R$ 105 para nível auxiliar (NA). Com um agravante, não atende a todas os órgãos.


Já a proposta da categoria, exige reajuste linear no vencimento básico, o que beneficiária todos os níveis, incluindo os aposentados e pensionistas. Além disso, pedia: Reajuste a partir de janeiro de 2012 e não julho de 2012; Melhora na redação das cláusulas; Inclusão de uma tabela salarial que indique reajustes por padrão; Inclusão dos servidores do SPU na proposta; Determinar período em que governo concederá reajuste para benefícios como auxílio-alimentação, creche, plano de saúde, transporte e outros; Continuidade das negociações para garantir a equiparação com tabela da Lei 12.277/10 até 2013.


Mas Duvanier foi categórico: Não existe possibilidade melhorar nenhuma proposta remuneratória apresentada pelo governo. Mas concordou em estudar a possibilidade de antecipar o reajuste para janeiro de 2012.


 


Leia a íntegra da minuta apresentada pelo governo.


 

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