Greve é aprovada no DNPM de São Paulo

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Reunidos em assembleia na manhã de hoje (12/07), os servidores do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) de São Paulo deliberaram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do dia 17/07. 

A pauta de reivindicações dos trabalhadores do órgão é aquela da Campanha Salarial Unificada – que inclui itens como a recomposição salarial de 22,28%, definição de data-base (1º de maio) e por melhorias no serviço público – somada à luta específica pela carreira única e reestruturação (área meio e área fim, nível médio e auxiliar, PEC e PCC), bem como a equiparação à remuneração dos servidores das Agências Reguladoras, sendo as propostas estendidas aos aposentados e pensionistas.

Em nível nacional, a greve do funcionalismo público federal da base da Condsef (Confederação dos Trabalhadores do Serviço Público Federal) atinge 24 estados e o Distrito Federal.  Os docentes e técnicos administrativos do ensino superior também continuam firmes no movimento grevista, com 56 das 59 universidades paradas e 34 institutos federais de educação tecnológica. O Judiciário suspendeu a greve e o “apagão” na Justiça Eleitoral realizados de 28/06 a 05/07, porém, já aprovou na assembleia de ontem sua retomada por tempo indeterminado a partir do dia 08/08. Demais setores também seguem mobilizados, muitos com paralisações semanais.

A próxima semana será de intensificação da luta em torno da campanha salarial, a partir da realização do Acampamento Unificado da Greve Nacional dos Servidores Federais, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Durante o período do acampamento serão realizadas diversas ações unitárias.

No dia 18/07 vai acontecer uma nova marcha em Brasília, que pretende reunir servidores e estudantes, muitos grevistas, de todo o Brasil. A Caravana do Sindsef-SP viaja para a capital do país na segunda-feira, 16.

No último dia do acampamento acontece uma plenária unificada para avaliar o movimento.

 

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