Greve no DNIT começa dia 25 de junho

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

Os servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) entram em greve por tempo indeterminado a partir de 25 de junho. Nesta terça-feira (18), uma assembleia geral realizada através de videoconferência reuniu os trabalhadores das superintendências para fornecer orientações jurídicas e elucidar possíveis duvidas sobre a paralisação.

O movimento reflete a unificação nacional do setor e foi aprovado, no dia 05 de junho, em assenbleias simultâneas nos estados. Os servidores de São Paulo aprovaram a adesão ao movimento e também já elegeram o comando estadual de greve.

Entre as reivindicações estão à necessidade urgente da reestruturação do plano de carreira e a equiparação salarial com as agências reguladoras, visando evitar o esvaziamento do órgão.

Este ano, os servidores buscaram a reabertura do processo de negociações, o atendimento da pauta antiga e também daquela unificada do funcionalismo público. Três reuniões foram marcadas pelo Ministério do Planejamento com a CONDSEF para tratar da pauta específica do setor.

Na primeira, realizada no dia 14 de maio, foi entregue a pauta de reivindicação. No entanto, na ocasião do segundo encontro, quando os servidores aguardavam uma proposta da Secretaria de Relações do Trabalho, os representantes do governo deixaram transparecer que iriam retomar as já conhecidas “mesas de enrolação”.

O Secretário da SRT, Sérgio Mendonça, transferiu para julho a apresentação de uma possível proposta, alegando necessidade de tempo maior para que setores do governo possam conversar a respeito da pauta.

Porém, as demandas estão sendo discutidas e analisadas desde 2009. Cansados com o tratamento desrespeitoso do governo, os trabalhadores decidiram entrar em greve pro tempo indeterminado até que uma proposta que atenda minimamente suas reivindicações seja apresentada.

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Věra Chytilová e a Nouvelle Vague Tcheca – Parte 2

Os grandes acontecimentos políticos reverberam nas artes, influenciam e são influenciados pelos artistas. A Nouvelle Vague Tcheca é um exemplo. Foi um movimento de cinema diferente, radical e inseparável da Primavera de Praga, aquele “segundo soberbo”, na definição do escritor Milan Kundera.

Crítica: HOLY SPIDER (Aranha Sagrada)

Pré-selecionado ao Oscar, filme aborda caso real de serial killer que foi celebrado por matar mulheres no Irã. Conhecido como Spider Killer, o assassino acredita estar numa missão espiritual de limpar as ruas do pecado.