Grevistas do DNPM e agências reguladoras fazem manifestações conjuntas

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Grevistas do DNPM, junto aos companheiros das agências reguladoras, reuniram-se em frente ao órgão na manhã de hoje, 24/07, com intuito de dar visibilidade à campanha salarial do setor. 

O servidor José Maurício, explicou que entre as 25 superintendências do DNPM no país, com exceção do órgão no Acre, todas aderiram à greve, cada uma com determinado grau de adesão, de acordo com sua realidade. Algumas estão completamente paradas, outras com paralisações e atividades de mobilização. 

“O DNPM de São Paulo está parado, apenas o financeiro funciona parcialmente, porque as contas precisam ser pagas, mas a parte técnica, o protocolo, o atendimento ao usuário, os trâmites processuais, entre outros trabalhos, estão sem funcionamento”, disse Maurício. 

Com megafone, o secretário sindical do Sinagências, Anésio Evangelista de Oliveira Filho, agitou os servidores para participar das atividades da greve e fez um chamado aos poucos trabalhadores que ainda não aderiram à paralisação.

Em nível nacional, estão paralisadas, além do DNPM, as agências nacionais de Vigilância Sanitária (Anvisa), Águas (ANA), Telecomunicação (Anatel), Cinema (Ancine), Energia Elétrica (Aneel), Saúde Suplementar (ANS), Transportes Aquaviários (Antaq), Transportes Terrestres (ANTT), Petróleo (ANP) e Aviação Civil (Anac).

Como a Antaq de São Paulo continua com expediente normal, amanhã (25/07), às 10h, os servidores mobilizados vão chamar os colegas para também entrar em greve. De lá, os manifestantes partem para a Anvisa de Santos, onde vai acontecer um ato público. Em seguida, haverá a avaliação da greve. 

Ana Cristina, do comando de greve e delegada de base do Sindsef-SP, afirma que o movimento está forte no DNPM. Os servidores do órgão vão participar das ações na Antaq e na Anvisa. Ainda nesta semana, haverá assembleia na quinta-feira e um coffee break na sexta-feira. 

Maria Lúcia, da Anvisa, destacou que “é preciso mostrar para a sociedade que não é só o aumento de salário que queremos, é também a regulação para pessoas que prestam concursos, e não para os cabides que são colocados, que dão margem para a politicagem no país”. 

Na sexta-feira, às 13h, a categoria se reúne com a equipe de relações do trabalho no serviço público do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

 

Corte de ponto

Segundo Anésio Filho, o corte de ponto não deve acontecer. “Não há motivo para cortar ponto, porque a greve é legal e justa. O servidor não está pedindo um reajuste salarial, mas sim a reposição inflacionária e a melhoria na carreira, através da valorização das agências”, esclareceu. Ele também destacou que, na última hipótese, se acontecer o corte, a lei garante que não pode ultrapassar 10% do valor do salário do trabalhador. O Sinagências entrou com um Mandato de Segurança para inibir o corte do ponto. 

 

Foto: Lara Tapety

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