MST ocupa Incra/SP em defesa do assentamento Milton Santos

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

Cerca de 600 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ocuparam no começo da tarde de terça-feira, 11/12, a superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de São Paulo.
Os manifestantes querem que o governo federal impeça o despejo das famílias do assentamento Milton Santos, na cidade de Americana/SP.
O protesto já dura cerca de 24 horas e não há previsão de desocupação. Os ativistas disseram que ficarão no local até que o Incra apresente soluções concretas para o assentamento Milton Santos. Além disso, o MST denuncia a paralisia da reforma agrária no Brasil.
Em mais uma demonstração de injustiça, o poder judiciário favorece latifundiários e especuladores ao determinar a reintegração de posse de um assentamento onde vivem cerca de 70 famílias de trabalhadores rurais há sete anos. 
De acordo com informações de líderes do movimento, o local pertencia à família Abdalla e foi repassada ao INSS como forma de pagamento dos impostos por causa das dívidas com a União.
O assentamento foi devidamente reconhecido pelo Incra desde 2006. No entanto, alguns questionamento ficam no ar: Será que os dirigentes do órgão não tinham conhecimento da insegurança jurídica vivida pelos assentados no que diz respeito ao direito à terra? Não poderia ter tomado providências há mais tempo visando à desapropriação da área?

O Sindsef-SP se solidariza com os manifestantes. Não aceitaremos novos “Pinheirinhos”!
Reforma agrária já!

 

Foto: Agência Brasil

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Avaliação acerca da compatibilidade da deficiência do candidato com as atribuições do cargo deverá ser realizada durante estágio probatório

A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reformou a sentença para garantir o direito de um candidato ao cargo de policial rodoviário federal, aprovado na condição de pessoa com deficiência (PcD), a permanecer no concurso, caso tenha sido aprovado em todas as etapas do certame, e que a União determine a nomeação e posse da parte autora, no prazo de 60 dias.