Sem negociação, greve dos servidores é intensificada

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Os trabalhadores técnico-administrativos em educação nas universidades federais e os funcionários federais do setor de geografia e estatística cruzam os braços a partir desta segunda-feira (11). A greve já atinge 51 instituições federais de ensino.

A greve geral dos servidores federais deve continuar por tempo indeterminado devido à falta de resultado nas negociações com o Executivo sobre reajuste salarial, recebimento de gratificações e reestruturação de carreiras.

Na quarta-feira (13), os servidores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União prometem aderir à paralisação.  Na mesma data, os servidores federais da educação básica, profissional e tecnológica também devem paralisar os trabalhos.

No dia 05 de junho, servidores de todo o país realizaram uma marcha em Brasília para cobrar o governo por Política Salarial permanente, com reposição inflacionária, valorização do salário-base e incorporação das gratificações; reposição salarial emergencial de 22,08%; definição de data-base (1º de Maio); reestruturação das carreiras antes da realização de novos concursos públicos e contra a Medida Provisória 568/12, em tramitação no Congresso Nacional. 

A greve dos professores das universidades federais, que puxou a mobilização das outras carreiras, completou mais de 20 dias e não tem data para terminar.

 

ATO UNIFICADO

Na próxima quarta-feira (13), os servidores públicos federais de São Paulo realizam um Ato Unificado para fortalecer a Campanha Salarial 2012. O encontro será em frente ao Banco Central, na Avenida Paulista, 1804, às 10 horas. É hora dos trabalhadores se unirem para intensificar as ações de mobilização e demonstrar claramente o descontentamento com a postura intransigente do Governo Dilma.

Com informações da Agência Brasil

 

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