Servidores da SRTE/SP convivem com o mosquito da dengue

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Os servidores da SRTE/SP (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo) identificaram – e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou – a existência do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue e da Febre Amarela urbana, nas instalações da Rua Martins Fontes, nº 109.

Em março, a SMS esteve no prédio da superintendência e constatou a presença do mosquito, mas não localizou o nascedouro. O inseto coloca em risco á saúde dos trabalhadores e usuários da SRTE/SP, pois o efeito da sua picada pode ser devastador e inclusive levar a pessoa à morte.

O Aedes Aegypti costuma se proliferar em locais com grandes concentrações humanas e, como não voa muito alto, prefere se esconder em baixo de mesas, cadeira e dentro de armários. Na SRTE os locais com maior concentração do mosquito são os andares mais baixos, onde passam centenas de cidadãos diariamente.

A situação já é do conhecimento do Superintendente, Carlos Frederico Zimmermann Neto, no entanto até o momento ainda não foi adotada nenhuma ação efetiva para solucionar o problema. Mas não é só com o mosquito da dengue que os servidores são obrigados a conviver na SRTE/SP.

Existe uma infestação de ratos e baratas no prédio. “É só abrir o armário e as baratinhas aparecem”, “já peguei uma subindo pelas minhas pernas”, “fiquei na sala de protocolo frente a frente com um rato”, relatam os servidores.

Reunião
O Sindsef-SP reuniu-se, em 10 de abril, com o superintendente para encaminhar as reclamações dos servidores. Em pauta a questão das 30 horas nos setores de atendimento ao público, condições de trabalho e respostas aos processos internos que estão parados.

Apesar da reunião estar agendada, Zimmermann não ficou até o final alegando um compromisso de última hora. Mas o sindicato insistiu na presença dele para abordar a questão das 30 horas. Após as explanações dos problemas e questionamentos, o Superintendente se comprometeu em levar as demandas apresentadas ao conhecimento do Secretário Executivo, em especial a necessidade da implantação das 30 horas.

Acompanharam o Sindsef-SP representantes do Seguro-Desemprego, emissão de Carteira Profissional, Registro Profissional e RAIS.

Fotos das condições do prédio da SRTE/SP

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