Servidores realizam Ato Unificado na Avenida Paulista

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Em São Paulo, os servidores públicos federais mobilizados em torno da campanha salarial há 7 meses vão fazer uma manifestação amanhã, 23, a partir das 14h, em frente ao Tribunal Regional Federal, localizado na Avenida Paulista, 1842.

As negociações com o Governo Dilma estão em um momento decisivo, já que o prazo para o fechamento da Lei Orçamentária Anual é o próximo dia 31. Em nível nacional, aconteceu o dia de luta na última terça-feira, 21. Agora é a vez dos paulistas realizarem um novo Ato Unificado dos Servidores Públicos Federais.

A greve no funcionalismo já ultrapassa três meses, com adesão de aproximadamente 30 categorias, que reúnem 400 mil trabalhadores de braços cruzados. O movimento grevista é um dos maiores dos 10 últimos anos. No caso dos docentes, chegou a atingir 57 das 59 universidades do Brasil. Diante da grande repercussão, Dilma apresentou pela primeira vez uma proposta para os professores. A ampla maioria rejeitou e apenas as poucas instituições ligadas ao Proifes, da CUT, aceitaram.

Em todas as demais categorias, a greve continua forte e, ainda, com recentes adesões, como a Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. Com isso, depois de 180 reuniões sem avanço nas negociações com as entidades representativas dos servidores, o governo recuou e sinalizou abertura de diálogo com uma proposta para o setor. No entanto, a proposta não é satisfatória.

“É ainda insuficiente para o conjunto dos servidores, principalmente se compararmos com o que é destinado ao pagamento da dívida pública, quase metade do Orçamento da União, e o que está sendo gasto com as isenções de IPI e os subsídios às grandes empresas, mas mesmo assim é mais do que o governo estava disposto a conceder no início do movimento”, disse o membro da Secretaria Executiva da CSP-Conlutas, Paulo Barela.

O representante da Central considera que a greve até aqui foi vitoriosa, mas não terminou. Segundo Barela, os servidores têm até o final do mês para melhorar as propostas do governo e arrancar índices melhores. Sendo assim, a luta continua.

Dentre os segmentos ligados ao SINDSEF-SP, estão em greve por tempo indeterminado o INCRA, DNPM e IPEN. O IBAMA está em estado de greve; já o MTE, com paralisação um dia por semana.

 

 

Com informações da CSP-Conlutas.

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