Sindsef-SP vai ao Ministério do Trabalho buscar melhorias para o órgão

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O Sindsef-SP foi recebido pelo Secretário Executivo do MTE, Marcelo Aguiar, no dia 25 de outubro, em Brasília. Os dirigentes Beth Lima e Pedro Paulino apontaram os diversos problemas que assolam o ministério, desde a falta de recursos humanos até as péssimas condições de trabalho.

Questionado, o secretário foi categórico ao dizer que o relógio de ponto é irreversível. Em relação a compensação das horas de greve, após a reunião, intercedeu junto ao Superintendente de São Paulo, José Roberto de Melo, para que os mutirões sejam agendados. Disse ainda, que qualquer servidor poderá fazer mutirão nos setores de atendimento, como o Seguro Desemprego, onde cada hora trabalhada valerá por três.

Durante a audiência, aprofundou-se o debate sobre a solicitação da jornada de 12 horas, com dois turnos de 6h, nos setores de Seguro Desemprego, RAIZ/CAGED e Registro Profissional.  O secretário afirmou que o Ministério não tem posição contrária ao pedido do Sindsef-SP.

“Se já foi implantado no Rio de Janeiro e em Minas Gerais então também será em São Paulo”, afirmou Aguiar. Segundo ele, o processo já saiu da CONJUR e retornará a São Paulo, para correção de dados de atendimento que não batem com os informados por Brasília. Depois disso, será publicada a portaria.

Os diretores do Sindsef-SP também cobraram a extensão desta carga horária para outros setores. O secretário afirmou que já há acordo em estender a jornada para o setor de homologação. Porém, para evitar mais atraso na implantação dos dois turnos, o Sindsef  entrará com outro processo para oficializar a extensão da jornada neste setor. Em seguida, assim que for oficializado, o sindicato ingressará com um 3º processo pedindo a extensão para outros setores.

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