Trabalhadores de São Paulo levam suas reivindicações às ruas neste histórico 11 de julho

COMPARTILHE

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emwhatsapp
Compartilhe emtelegram

As manifestações no Dia Nacional de Luta se espalharam por todos os estados do país. Em São Paulo, desde muito cedo, houve atos nas principais avenidas da capital e região metropolitana. Nem mesmo o vento gelado desta manhã abalou a disposição dos trabalhadores que cruzaram os braços para protestar por melhorias nos serviços públicos.

Os servidores públicos federais lotados no DNPM, FUNDACENTRO, IBAMA, INCRA, IPEN, MARINHA MERCANTE, MTE e SPU também fortaleceram o Dia de Luta parando suas atividades neste dia.

No início da tarde, a Avenida Paulista foi fechada nos dois sentidos para a realização de um grande ato político que reuniu servidores públicos, bancários, metalúrgicos, químicos, operários da construção civil entre outras categorias. O ato foi convocado pela CSP-Conlutas e demais centrais sindicais.

A coluna da CSP-Conlutas contou com a participação do Sindsef-SP, Sintrajud, Sinsprev, Sintunifesp, Sinal, Assibge, Sintusp, entre outros. O clima de unidade entre as centrais marcou a manifestação, mas não impediu a CSP-Conlutas de fazer duras criticas a política econômica do governo Dilma.

Atnágoras Lopes, membro da CSP-Conlutas, argumentou que a presidente Dilma precisa ouvir o som das ruas e  atender as reivindicações dos trabalhadores e  “para isso, tem que romper com a lógica econômica atual que, ao invés de beneficiar os trabalhadores, beneficia as empresas e os banqueiros”.

Do carro de som, Zé Maria de Almeida, dirigente da CSP-Conlutas mandou um recado aos governantes: “hoje é só um ensaio, se o governo mantiver este modelo econômico que está ai vamos construir uma greve geral”!

Após o ato, os manifestantes saíram em passeata percorrendo a Av. Paulista, passando pela Consolação, em direção a Praça Roosevelt, local onde a CSP-Conlutas encerrou as atividades do dia.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

Avaliação acerca da compatibilidade da deficiência do candidato com as atribuições do cargo deverá ser realizada durante estágio probatório

A 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reformou a sentença para garantir o direito de um candidato ao cargo de policial rodoviário federal, aprovado na condição de pessoa com deficiência (PcD), a permanecer no concurso, caso tenha sido aprovado em todas as etapas do certame, e que a União determine a nomeação e posse da parte autora, no prazo de 60 dias.